
de Paulo Suess – 01/12/2002
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As pedras apontam para uma tarefa urgente, a assunção da diversidade e o reconhecimento da alteridade. As pedras podem tornar-se pedras preciosas, desde que lembram as igrejas de sua origem pluricultural em Pentecostes. A memória e a prática desta diversidade, como parte integrante da identidade eclesial, é o pressuposto de uma diálogo inter-religioso como dom e tarefa.
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