Sinodo dos Bispos - 2015

A Sala de Imprensa Vaticana publicou no dia 15 os nomes definitivos dos participantes da XIV Assembleia geral ordinária do Sínodo dos bispos sobre o tema “A vocação e a missão da família na Igreja e no mundo contemporâneo” que acontecerá no Vaticano nos próximos dias, do 4 ao 25 de outubro.  Além dos participantes previstos pelos Estatutos – ou seja, os representantes dos Episcopados, os chefes de Dicastérios da Cúria Romana, os membros das Igrejas orientais, os colaboradores do Secretário especial, auditores e auditoras e delegados fraternos – são bem 45 os Padres Sinodais nomeados pelo Pontífice. Quase o dobro em comparação com o anterior Sínodo sobre a família de outubro de 2014 que tinha 26. Entre estes estão os nomes de 15 italianos, entre os quais estão os cardeais nomeados recentemente: Bassetti, Montenegro e Menichelli, e, surpreendentemente, dois párocos: mons. Saulo Scarabattoli na Porta Eburnea, Perugia (Itália), e Mons. Roberto Rosa, da Paróquia de São Tiago Apóstolo, Trieste (Itália).

Depois do Papa Francisco, presidente da Assembleia, a lista consta desses nomes: cardeal Lorenzo Baldisseri, Secretário-Geral, e os presidentes delegados: os cardeais André Vingt-Trois, arcebispo de Paris; Luis Antonio G. Tagle, arcebispo de Manila; Raymundo Damasceno Assis, arcebispo de Aparecida; Wilfrid Fox Napier, arcebispo de Durban. Relator-Geral está confirmado o card. Péter Erdo, Arcebispo de Esztergom-Budapeste, enquanto Mons. Bruno Forte, arcebispo de Chieti-Vasto, permanece como secretário especial; subsecretário é o bispo Fabio Fabene.

Depois estão os Padres eleitos dentro das conferências episcopais de cada continente: 44 de Países africanos, 45 da América, 23 da Ásia, 47 da Europa, 5 da Oceania. Para a Itália, CEI elegeu nos últimos meses o presidente Bagnasco, o cardeal Angelo Scola, arcebispo de Milão, e os bispos Brambilla e Solmi, das dioceses, respectivamente, de Noava e Parma. Eleitos para a Alemanha o cardeal Marx e os bispos Koch e Bode; da França, o cardeal Vingt-Trois e os bispos Pontier, Brunin e James; da Bélgica mons. Bonny; da Espanha o cardeal Blazquez Perez, presidente da Conferência Episcopal e os bispos Iceta Gavicagogeascoa e Osoro Sierra. Ainda: dos Estados Unidos, o cardeal Di Nardo e os bispos Kurtz, Chaput e Gomez; do Brasil, o cardeal Odilo Scherer e bispos Sergio da Rocha, Petrini, Lyrio Rocha; do México, os cardeais Rivera Carrera e Robles Ortega e os bispos Aguilar Martinez e Mirando Guardiola; da Índia, o Cardeal Gracias e os bispos Do Rosario Ferrao, Ponnumuthan, Jala.

Também eleitos 10 da União de Superiores Gerais, a começar com o superior geral dos jesuítas, Pe. Adolfo Nicolas. 25 chefes de dicastérios; 22 representantes das Igrejas Orientais católicas; 23 colaboradores do Secretário geral (15 sacerdotes e 8 leigos entre os quais duas mulheres); 14 delegados fraternos das Igrejas ortodoxas, lutarana, metodista e de outras denominações cristãs e 51 auditores, todos leigos, incluindo várias mulheres teólogas (até a colunista do L’Osservatore Romano, Lucetta Scaraffia) e 17 casais, como o ex-presidente da Ação Católica, Franco Miano e sua esposa.

Nomeados entre os responsáveis ​​pela divulgação das notícias o diretor e vice-diretor da Sala de Imprensa vaticana, Pe. Federico Lombardi e o pe Ciro Benedettini, juntamente com três encarregados para as línguas francesas, alemã e espanhola. Também o Pe. Lombardi, juntamente com mons. Claudio Maria Celli, presidente do pontifício conselho para as Comunicações, como no ano passado, guiam a comissão para a informação. Ainda não se deu a conhecer a comissão que vai redigir a mensagem final.

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Roma, 16 de Setembro de 2015 (ZENIT.org)